Vista aérea das ilhas e da caatinga preservada no Rio São Francisco

Começou com uma pergunta: como gerar renda sem ferir a natureza?

A resposta veio com o turismo ecológico, e virou tudo o que você encontra aqui hoje.

+1.500 hectares preservadosDesde 2008 na reservaMuseu com visitação inclusa

Onde o sertão virou santuário

No coração do sertão alagoano, às margens do Rio São Francisco, nasceu o Castanho: um santuário natural erguido sobre pedras, sonhos e resistência.

O projeto começou com o nosso fundador, o ecologista defensor da caatinga Eliseu Gomes, conhecido por todos como Leleu. Numa região onde a terra é dura e a chuva é promessa, ele fez uma pergunta que atravessa tudo o que o Castanho é até hoje: como gerar renda sem ferir a natureza?

A resposta veio com o turismo ecológico.

  • Em vez de derrubar,preservar.
  • Em vez de explorar,mostrar.
  • Em vez de vender o sertão,convidar as pessoas a viver ele.
Construções do Castanho entre a caatinga e o rio, vistas do alto Placa da trilha na Reserva Ecológica Castanho

Mais de 1.500 hectares que continuaram de pé

Hoje o complexo fica dentro da Reserva Ecológica do Castanho, uma área de mais de 1.500 hectares, a maior área de caatinga preservada de Alagoas.

Essa reserva é recortada por cânions, piscinas naturais e grutas com inscrições rupestres milenares. Nela, a vegetação nativa divide espaço com uma fauna silvestre que circula livre.

Não é cenário construído: é o que ficou de pé porque alguém decidiu que ficaria.

1.500hectares de caatinga preservada
+30anos de história
+15anos recebendo visitantes de todo o Brasil e do exterior

Devagar, com a natureza mandando no ritmo

Hoje, sob a liderança de Elise Baggenstoss Gomes, filha do fundador, e de toda a família, o Castanho segue crescendo.

São mais de 15 anos de mercado recebendo visitantes de todo o Brasil e do exterior, e a referência de ecoturismo no Rio São Francisco continua sendo construída do mesmo jeito: devagar, com a natureza mandando no ritmo.

Onde o sertão virou santuário, e a natureza se transformou em legado.

Carro antigo da família no gramado do Castanho

Os marcos do Castanho

  1. 2008

    O primeiro catamarã e o restaurante

    A construção do catamarã e do restaurante marca o início da operação turística na reserva.

  2. 2011

    Menestrel das Alagoas

    Inauguração do catamarã Menestrel das Alagoas, que passa a levar visitantes de todo o Brasil pelos paredões dos Cânions.

  3. 2012

    Restaurante Ecológico Castanho

    O restaurante é inaugurado oficialmente, com uma gastronomia que realça os sabores do sertão e vista para o Velho Chico.

  4. 2018

    Pousada Castanho

    A pousada abre as portas e o Castanho deixa de ser um destino de um dia para virar um lugar onde dá para ficar.

Catamarã e lanchas do Castanho atracados na margem
Catamarãs e lanchas de operação própria, com saídas todos os dias.

Um museu que começou como a coleção pessoal de quem passou a vida defendendo essa caatinga

Anexo à Pousada Castanho · visitação inclusa para todos

O sertão guardado em peça e memória

Antes de existir um museu, existia um homem buscando e colecionando cada peça que hoje contam a história do sertão.

O Museu dos Cânions do São Francisco não nasceu de um projeto de exposição. Nasceu do hábito do nosso fundador, Eliseu Gomes, o Leleu. Ao longo de anos percorrendo essa reserva como ecologista, pesquisador e proprietário, ele foi recolhendo o que a terra devolvia: um achado arqueológico aqui, um utensílio antigo ali, peças que a caatinga guardou por muito mais tempo do que qualquer um de nós está aqui.

O acervo é isso: a coleção pessoal de quem dedicou a vida a entender esse pedaço de sertão, e decidiu que ela não deveria ficar guardada.

O que o visitante encontra

O museu reúne achados arqueológicos e utensílios antigos que retratam a vida, a luta e a beleza do povo sertanejo e da região.

São objetos de uso, de trabalho, de sobrevivência. Coisas que alguém fabricou porque precisava, usou até gastar e deixou para trás. Vistas de perto, elas contam o que nenhum cartão-postal conta: como se vivia aqui quando viver aqui era muito mais difícil.

Cada peça foi encontrada nesta região. Nada veio de fora.

Uma história que começou muito antes do turismo

A ocupação desse território é antiga, e a própria reserva dá a prova disso. Entre os cânions da Reserva Ecológica do Castanho existem grutas com inscrições rupestres milenares: gente que passou por aqui muito antes da ferrovia, do cangaço, da usina e de qualquer barco.

O museu e as grutas fazem parte da mesma história. De um lado, o que ficou marcado na pedra. Do outro, o que ficou guardado na mão de quem veio depois.

O Leleu contando a região com as próprias mãos

Se a nossa história começa com uma pergunta, como gerar renda sem ferir a natureza?, o museu é a outra metade da resposta.

Preservar a caatinga era preservar o bicho, a planta e a água. Mas também era preservar a memória de quem viveu nela. É por isso que, no Castanho, o museu não fica separado da experiência: ele está anexo à pousada, no caminho de quem almoça, de quem se hospeda e de quem acabou de descer do barco.

Preservar · Encantar · Inspirar

Preservar.

A reserva não é pano de fundo do negócio: ela é o negócio. Turismo com propósito e sustentabilidade é o que mantém mais de 1.500 hectares de caatinga em pé.

Encantar.

Cada visitante que chega aqui encontra o que o sertão tem de melhor: a água, o silêncio, os paredões, a comida feita na hora e a gente daqui recebendo.

Inspirar.

Quem conhece os Cânions volta diferente. E, quase sempre, volta indicando.

Castanho: onde nossa paixão em servir e o amor pela natureza transformam paisagens e histórias em momentos inesquecíveis.

Panorama do Rio São Francisco sob o sol e as nuvens do sertão

Venha conhecer o Velho Chico por inteiro.

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