Preservar.
A reserva não é pano de fundo do negócio: ela é o negócio. Turismo com propósito e sustentabilidade é o que mantém mais de 1.500 hectares de caatinga em pé.
Preservar · Encantar · Inspirar
A resposta veio com o turismo ecológico, e virou tudo o que você encontra aqui hoje.
Nossa história
No coração do sertão alagoano, às margens do Rio São Francisco, nasceu o Castanho: um santuário natural erguido sobre pedras, sonhos e resistência.
O projeto começou com o nosso fundador, o ecologista defensor da caatinga Eliseu Gomes, conhecido por todos como Leleu. Numa região onde a terra é dura e a chuva é promessa, ele fez uma pergunta que atravessa tudo o que o Castanho é até hoje: como gerar renda sem ferir a natureza?
A resposta veio com o turismo ecológico.
Caatinga preservada
Hoje o complexo fica dentro da Reserva Ecológica do Castanho, uma área de mais de 1.500 hectares, a maior área de caatinga preservada de Alagoas.
Essa reserva é recortada por cânions, piscinas naturais e grutas com inscrições rupestres milenares. Nela, a vegetação nativa divide espaço com uma fauna silvestre que circula livre.
Não é cenário construído: é o que ficou de pé porque alguém decidiu que ficaria.
A história segue em família
Hoje, sob a liderança de Elise Baggenstoss Gomes, filha do fundador, e de toda a família, o Castanho segue crescendo.
São mais de 15 anos de mercado recebendo visitantes de todo o Brasil e do exterior, e a referência de ecoturismo no Rio São Francisco continua sendo construída do mesmo jeito: devagar, com a natureza mandando no ritmo.
Onde o sertão virou santuário, e a natureza se transformou em legado.
Linha do tempo
A construção do catamarã e do restaurante marca o início da operação turística na reserva.
Inauguração do catamarã Menestrel das Alagoas, que passa a levar visitantes de todo o Brasil pelos paredões dos Cânions.
O restaurante é inaugurado oficialmente, com uma gastronomia que realça os sabores do sertão e vista para o Velho Chico.
A pousada abre as portas e o Castanho deixa de ser um destino de um dia para virar um lugar onde dá para ficar.
Museu sertanejo
Anexo à Pousada Castanho · visitação inclusa para todos
Antes de existir um museu, existia um homem buscando e colecionando cada peça que hoje contam a história do sertão.
O Museu dos Cânions do São Francisco não nasceu de um projeto de exposição. Nasceu do hábito do nosso fundador, Eliseu Gomes, o Leleu. Ao longo de anos percorrendo essa reserva como ecologista, pesquisador e proprietário, ele foi recolhendo o que a terra devolvia: um achado arqueológico aqui, um utensílio antigo ali, peças que a caatinga guardou por muito mais tempo do que qualquer um de nós está aqui.
O acervo é isso: a coleção pessoal de quem dedicou a vida a entender esse pedaço de sertão, e decidiu que ela não deveria ficar guardada.
O museu reúne achados arqueológicos e utensílios antigos que retratam a vida, a luta e a beleza do povo sertanejo e da região.
São objetos de uso, de trabalho, de sobrevivência. Coisas que alguém fabricou porque precisava, usou até gastar e deixou para trás. Vistas de perto, elas contam o que nenhum cartão-postal conta: como se vivia aqui quando viver aqui era muito mais difícil.
Cada peça foi encontrada nesta região. Nada veio de fora.
A ocupação desse território é antiga, e a própria reserva dá a prova disso. Entre os cânions da Reserva Ecológica do Castanho existem grutas com inscrições rupestres milenares: gente que passou por aqui muito antes da ferrovia, do cangaço, da usina e de qualquer barco.
O museu e as grutas fazem parte da mesma história. De um lado, o que ficou marcado na pedra. Do outro, o que ficou guardado na mão de quem veio depois.
Se a nossa história começa com uma pergunta, como gerar renda sem ferir a natureza?, o museu é a outra metade da resposta.
Preservar a caatinga era preservar o bicho, a planta e a água. Mas também era preservar a memória de quem viveu nela. É por isso que, no Castanho, o museu não fica separado da experiência: ele está anexo à pousada, no caminho de quem almoça, de quem se hospeda e de quem acabou de descer do barco.
Nosso compromisso
A reserva não é pano de fundo do negócio: ela é o negócio. Turismo com propósito e sustentabilidade é o que mantém mais de 1.500 hectares de caatinga em pé.
Cada visitante que chega aqui encontra o que o sertão tem de melhor: a água, o silêncio, os paredões, a comida feita na hora e a gente daqui recebendo.
Quem conhece os Cânions volta diferente. E, quase sempre, volta indicando.
Castanho: onde nossa paixão em servir e o amor pela natureza transformam paisagens e histórias em momentos inesquecíveis.